Epistemologias indígenas na pós-graduação: diálogos interculturais para reflorestar a Educação
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Palavras-chave

pós-graduação stricto sensu
interciência
ontoepistemologias indígenas

Como Citar

BERGAMASCHI, Maria Aparecida; FERREIRA, Bruno; BRITO , Patricia Oliveira. Epistemologias indígenas na pós-graduação: diálogos interculturais para reflorestar a Educação. Série-Estudos, Campo Grande, v. 32, n. 72, 2026. DOI: 10.20435/serie-estudos.v32i72.2227. Disponível em: https://serieucdb.emnuvens.com.br/serie-estudos/article/view/2227. Acesso em: 15 set. 2026.

Resumo

A gradativa ocupação indígena na educação superior tem contribuído para debates e enfrentamentos a práticas, estruturas e concepções fundantes da academia no Brasil. Refletimos, nesse artigo, sobre as repercussões da presença indígena no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a partir do levantamento de ingressos, de conclusões de mestrados e doutorados, da leitura das teses e dissertações e da atenção a mudanças no espaço acadêmico. Conquanto ainda predominem práticas de pesquisa que não consideram a diversidade ontoepistêmica constituinte da sociedade brasileira – o que torna o espaço acadêmico um desafio para pesquisadores indígenas – salientamos as frestas e as rachaduras que essas presenças têm constituído. São movimentos que trazem para os espaços de pesquisa conhecimentos e sabedorias das comunidades indígenas e, embora sejam pequenas rachaduras que forjam na univocidade acadêmica, esses pesquisadores estão contribuindo para reflorestar a Educação, com a insurgência de ontologias e epistemologias próprias.

https://doi.org/10.20435/serie-estudos.v32i72.2227
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