Da extensão à pesquisa-partilha com comunidades indígenas: outros modos de construir conhecimentos
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Palavras-chave

povos originários
comunicação
metodologias decoloniais/contracoloniais

Como Citar

CASTRO, Leiliani de; KASEKER, Mônica Panis. Da extensão à pesquisa-partilha com comunidades indígenas: outros modos de construir conhecimentos. Série-Estudos, Campo Grande, v. 32, n. 72, 2026. DOI: 10.20435/serie-estudos.v32i72.2207. Disponível em: https://serieucdb.emnuvens.com.br/serie-estudos/article/view/2207. Acesso em: 15 set. 2026.

Resumo

Este artigo sistematiza metodologias decoloniais de uma pesquisa que revisita práticas extensionistas do projeto “Redes Digitais e a memória dos sábios/as Indígenas nas Escolas Estaduais Indígenas do Norte do Paraná” ou “nhanemba e’kuaa uhn sahn jykre” (Guarani/Kaingang), realizado pela Universidade Estadual de Londrina (2024), no programa Universidade Sem Fronteiras. Participaram as comunidades de Apucaraninha, Barão de Antonina, Laranjinha, Pinhalzinho e Ywyporã. Com base em pensadores Indígenas e quilombolas, articula a cartografia sentimental (Rolnik, 2006), com a participação observante e o sentipensar (Borda, 2015), chegando a uma cartografia sentipensante. Conclui-se que a pesquisa-partilha intercultural deve se basear no protagonismo indígena e nas demandas comunitárias. O tempo indígena favorece a escuta dos mais velhos e a transmissão do conhecimento em conexão com o território nas rodas de conversa em volta do fogo e nas trilhas de memória.

https://doi.org/10.20435/serie-estudos.v32i72.2207
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